quinta-feira, 4 de novembro de 2010

O amor é um pensamento
Nuvem levada pelo vento
Uma saudade cheia de presente
Nesse coração que ainda sente...
O teu ser...mesmo ausente.
Você não me responde
Você não me responde
Eu não sei mais em que lugar
Você se esconde.
Já fiz poesia
Esqueci da alegria
Quando descobri que eras apenas uma fantasia
Uma madrugada em pleno dia.
Eis-me aqui sem você
Eis-me aqui nesse eterno sofrer.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

A paixão quando surge...


A paixão é um agrado para a alma
Um recado para o coração.
Ninguém é triste se tem uma paixão
Seja ela escancarada ou guardada
Em - e no - silêncio... na espera.
Paixão que brota em cada manhã
Preenchendo os sentidos
E descobrindo novos horizontes...
Eis a paixão...decifrando o meu ser
Em tua ausência.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Um poemeto qualquer

Funciona mais ou menos assim: 
Tudo que não é bom é ruim;
Explicação é verdade meia
É tal aranha sem teia. 
Não perca a doçura   
Em meio a essa loucura
Seja mais humano 
Quando tudo é engano.
Se tudo mais der errado
Venha para o nosso lado
Não temos muito...mas ao menos um agrado
Vais ter...
Pois o nosso universo é para mim...para você.

Um conto ex-traño de um autor ex-traño

O corpo adormecido de Gardênia parecia uma pintura. O suave respirar parecia fazer do mundo um lugar melhor. Um anjo perdido nesse caos, Gardênia era um anjo. Às vezes me beliscava para ter a certeza que não estava sonhando...Tê-la de corpo e alma era muito para mim. Enquanto preparo mais uma dose, não sei porquê, gosto de olhar para o corpo de Gardênia...Belo como o nascer de um dia de sol.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Só dez por cento é Mentira (cena extra)



Retirado do documentário "Só dez por cento é Mentira" uma biografia desautorizada de Manoel de Barros, um dos maiores poetas desse país.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Poemeto para uma tarde/noite qualquer

Eu - náufrago - em ti  
 Ainda tenho sonhos...
Mas sonhos morrem na praia
Tal qual o amor que sentias por mim.
Eu em ti 
Morro aos poucos.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Microcontos desesperados

Nasceu. Eis que um minuto depois morreu. Era um velocista esse indivíduo.

Tantos olhares me vigiam e eu cego a todos. 

O coração de Rosa explodiu ao ver o coração de Carlos sangrando após o tiro. Mais uma bala perdida e dois corações quebrados. 

Tanto chorou Sandra que suas lágrimas afogaram os sonhos de Miguel. Ambos foram tristes para o resto de suas vidas.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Aforismos do Kastrowiski

Em tudo existe um pouco do nada. Eis a incoerência da existência.

Poemeto de segunda

A liberdade é sonho distante 
Desses que esquecemos antes de contar 
Para aqueles sem liberdade...
A liberdade é a mais cruel das promessas: 
Ela nunca chegará.

Microconto ex-traño

Ele nasceu. Segundo o próprio  foi aí o começo de sua tragédia. Mas agora tudo está exatamente igual ao que ele planejou...enterrado na zona fantasma nada além do silêncio e da solidão. Contemplando o vazio ele se julga feliz e sorri tal qual uma criança no útero materno.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

sábado, 4 de setembro de 2010

Arte que liberta

Uma reflexão sobre o cansaço

Agora...eis-me com as dores do mundo. Com os olhos que parecem conter o oceano em lágrimas aprisionadas. Eis-me aqui cansado de tudo que já vivi e das coisas que não experimentarei. Tenho vontade de ir ao teu encontro mesmo sabendo que lá não estará. Tenho vontade da tua presença envolvendo em  uma nuvem de mistério o que é raso agora. Sinto o desejo de ter a companhia de meu filho que não tive...da filha que agora poderia dizer-me sobre seus sonhos, ela também não tive. 
Tudo é cansaço ao tempo que é agonia. Aqui...eis-me com o enfado das coisas do mundo...querendo respirar nas reticências que insistem em me aprisionar.



terça-feira, 31 de agosto de 2010

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Poemeto de uma madrugada qualquer

Hora alta da noite...o sono não vem. 
Você também não. 
Tudo nesse intervalo é contradição 
Manhã nascendo
E de ti vou me perdendo. 

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Um pensar

Certos dias ao invés de amanhecerem deveriam ser abortados.

Quintana para desopilar o fígado

Torre azul
 

É preciso construir uma torre
- uma torre azul para os suicidas.
Têm qualquer coisa de anjo esses suicidas voadores,
qualquer coisa de anjo que perdeu as asas.
É preciso construir-lhes um túnel
- um túnel sem fim e sem saída
e onde um trem viajasse eternamente
como uma nave em alto mar perdida.
É preciso construir uma torre...
É preciso construir um túnel...
É preciso morrer de puro,
puro amor!

Um poemeto qualquer

Às vezes parece estar tão perto 
O momento de deixar-se de ser deserto
De encontrar amor.
Mas tudo é desencontro
Tudo é dor
Nesse grande lamento que é o viver.
Pensei que era você...o meu oásis.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Poemeto

Se fato fosse esse momento 
Dançaríamos uma valsa 
E o mundo pareceria mais calmo. 
Se fato fosse esse momento
Seríamos corações perfeitos
A alegrar o que é triste.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Microconto

Agora não havia nada para fazer. O sangue, a faca pingando, o olhar desesperado de Steve  e o desejo de vomitar.Ele queria fugir dali e suas pernas estavam presas ao chão da culpa e violência. 
Definitivamente não chame um vegetariano para preparar um bife.

Poemeto

Cada amanhecer é um parto 
Ato calculado em cada falha. 
Valha-me o risco ou não 
O pão amargo e o café frio. 
Rio ou esmago essa manhã?

domingo, 15 de agosto de 2010

Poemeto para uma musa intraduzível

Da tua dúvida 
Surge essa distância 
Entre mim e você...
Esse abismo 
A nos separar 
Dos verdadeiros 
Instantes de amor  e carinho.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Entre esses e outros poemetos o desejo de ter a musa...em vão.


Longe de ti 
Eu sou nada
E tudo é melancolia... 
A beleza se tornando agonia
A felicidade...água passada
E no peito  uma sensação 
Que longe de ti não sou nada. 

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Venha venha 
Faça dia em minha noite 
Amanhecendo em meus braços. 
Depois do amor 
Ainda resta o teu sussuro
(Da felicidade possível).
Venha, venha 
Vamos ser um 
Na eternidade 
Do nosso querer.

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Contei as estrelas
Reparando em cada uma
E nenhuma delas 
Tinha o brilho do teu olhar.
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Entre poemetos e poemeus...a ilusão de conquistá-la

Negas o beijo 
Ao tempo em que que matas o desejo 
Nesse intervalo de quase felicidade. 
Não sei ao certo 
Se é por ironia ou por maldade.

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Beija flor para no ar 
em buscar do néctar;
Eu sofro sem voar
Tentando parar
No encanto desse teu olhar. 


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Ensinai-me 
O segredo desse jogo, 
Meu amor...
Porque o desejo é fogo 
Nesse quarto de amar. 


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domingo, 8 de agosto de 2010

Poemeu

Seja você
Quando querem
Que você não seja ninguém.

Liberdade

Nada mais humano que termos liberdade mesmo aprisionados em uma série de eventos alheios aos nossos quereres. Mas nada é justo...assim estamos nos submetendo aos caprichos do destino que nos escraviza,nos limita. Só o pensar nos permite conquistar uma condição de ser liberto...ao tempo que liberdade, se não coletiva, não passa de um conceito.

Poemeto de amor sem saber do amor

O amor...
Quem sabe do amor
Me diga...
Se não sabe
Não me diga
Pois toda teoria
Nada mais é que uma alegoria 
Tentando esconder toda a dor.
Não me diga do amor 

Mais nada.

sábado, 31 de julho de 2010

Poemeto para uma vida qualquer

Querem de ti o leite...
A carne ainda com o sangue. 
Querem tua alma
E a verdade que ainda não nasceu. 
Querem tua felicidade...
O sorriso, a dor. 
Querem tua existência 
E nada dão em troca. 
Mas uma coisa eles jamais terão: 
Esse teu sonhar. 

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Poemeto para a musa

Nessa regra de mistério 
Vou tentando adivinhar teu rosto 
Teus contornos. 
Tua voz ainda é o silêncio
Nessa realidade virtual.
Indo e vindo ali e acolá
Sempre a buscar o querer dela: 
A musa desconhecida. 
(Em tempo: ela um dia se desnudará para mim)

Microconto de uma história ex-traña

Antes de sair  ele conferiu todas as portas, suas inumeras trancas e foi em direção ao carro. Ao chegar no veículo lembrou que não possuia carro; não havia a possibilidade de ali ele ter uma residência, afinal de contas ele não morava naquela cidade. O horror já começava a tomar conta de sua mente, de súbito percebeu algo no bolso de sua calça. Um dispositivo desconhecido para ele. Ao apertar no botão cinza...ele simplesmente foi teletransportado. O homem nem mesmo era desse planeta. Sem registros e informações não sabemos quem era e quanto tempo passou entre nós.

Poemeto de uma quase tarde anoitecendo

Algo em ti falta em mim...
Talvez seja essa alegria incontida 
Que em mim chega a ser quase tristeza. 
Não chego a saber o quê dessa falta 
Mas ao olhar para ti: 
Nesses olhos de infinitos horizontes
Tudo parece fazer sentindo 
Tudo é completo.

Um som legal

03-Olhos.mp3
Uma das minhas bandas prediletas a Maria Bacana é exata para quem busca letras legais e melodia na dose certa.
Curta "Olhos" e saiba do que estou dizendo.

terça-feira, 27 de julho de 2010

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Meninas Super Poderosas.



Esse ser que vos escreve teve a grata surpresa de conhecer o som da Blas Fêmia
Uma banda de atitude e formada por belas meninas, se bem que beleza não vem muito ao caso, nesse caso...porque o importante mesmo é escutar a porrada sonora dessas meninas super poderosas.Clique no link acima da foto e confira o som a e a história da Blas Fêmia.
 Em tempo: um thank's para a Brenda - baixista da banda - pelo aluguel no msn.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Descontruindo os ditos populares

Quem cedo Madruga nunca perde o Chaves!
Mais fácil você na cadeia que com um pássaro na mão.
Fazer é fácil. A propina que é baixa.

Microconto de amores desesperados

Anália era tão linda. Jonas não era tão bonito...mas sabia, de maneira delicada, apreciar os encantos da bela mulher. Um dia Anália foi embora daquele lugar e nunca mais deu notícias; a quem perguntava sobre ela...Jonas suspirava e baixinho respondia: ela foi para nunca mais voltar e junto levou a minha alma.

Poemeu e de mais ninguém

Um dia desses ainda 
Enforco-me na teia dessa aranha 
Entorto e desfoco o quadro dos teus dias. 
Um dia desses...sei lá.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Um novo Eu

Após o sumiço do Ex-traño Kastrowiski...eis que surge o Ser do Subsolo: Kastrus.
Após longo exílio no subsolo, ele colhe momentos de luz - não lucidez - e deixa para vocês, caros navegantes suas obsevações poéticas a respeito dessa coisa confusa e às vezes bizzara existência.


terça-feira, 13 de julho de 2010

Descanse em Paz

No dia do Rock parece perfeita a data para o sujeito desaparecer da face da terra, eis que isso ocorreu com o Ex-Traño Poeta Kastrowiski.
Agora e nunca mais resta apenas desejar o antológico Descanse em paz...R.I.P...Kastrowiski. 

Poemeto

Eis-me deserto de amores 
Na retina todos os horrores...
Eis-me desperto para a vida 
Desconhecendo uma saída.
Eis-me só
Voltando  ao pó.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Poemeto

Entre: a loucura 
O desespero...
Parece que o certo
É desaparecer no amanhã
Esse... que nunca chegará. 
Assim é e assim será.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Poemeto

Cada vez mais tendo a certeza 
De tudo ser incerto...sem permissão 
Para encontrar algo
Que eu mesmo já não sei o que é a procura. 
Ora caindo e levantando 
Vou tentando descobrir o final dessa história.

um microconto com final surpreendente

Eles se amavam. Eles eram feitos um para o outro. Nenhum, por mais imaginação que tivesse, escritor conseguiria criar um casal tão perfeito. A vida deles era um insulto para os infelizes e solitários desertos de almas que não acreditavam naquela linda história de amor e felicidade. 
Corte seco. Um dia, desses dias em que Deus parece querer castigar ainda mais a humanidade, o casalzinho andava feliz da vida quando foram atropelados por um caminhão e desapareceram para sempre desse mundo bizarro. Close nas mãos das vítimas. Eles morreram de mãos dadas. 
O amor não é lindo?!

Poemeto

Viva La Revolution

The Adicts Viva La...

Um som do Cazuza para alegrar o coração dela

11 - Todo Amor que...

segunda-feira, 21 de junho de 2010

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Uma quadra e uma história

Querer  você foi o instinto 
diante de tamanha beleza. 
Saiba que não minto 
De tudo:  a única certeza.

Outro poemeto qualquer


Foto: "Sin Destino" -  Adelino Lyon de Castro 

Na verdade não temos um caminho 
Temos apenas esperas 
(horizontes)
Em olhos cada vez  mais cansados.  

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Enquanto isso...

Enquanto isso tudo é ausência
Quando não é tristeza.
Os dias cinzas
São apenas reminiscências
Dos dias que não terei.  

Poemeto sobre uma imagem

                     O tempo 
 A velocidade 
                             O impacto. 
O susto 
                      O olho 
                                    O fim 
A beleza do fim.   

Foto: ( Shooting the apple - Harold Edgerton) 

quarta-feira, 16 de junho de 2010

A Pílula

O destino - esse desatino - eu deixo ao acaso e caso você venha chegar eu já não estarei mais a te  esperar. Vou sair de cena para não entrar para a história; se bem que história não é essa coisa de todos os dias viver os dias? Seria isso ou existem mais coisas guardadas entre a vã filosofia e o futuro de cada um...alguém aí sabe que comprimido eu tomo para essa grade confusão mental que é tentar compreender o incompreensível.  

terça-feira, 8 de junho de 2010

Mais um trampo do super Mario Mello Lopes Junior

Poemeto sem pé nem cabeça

O som 
É sal
É sol 
Na língua
Ambígua 
Do homem 
Da mulher
Do sexo
Da fé 
Plexo
Sem nexo
Seja o quê é?
O som é vida 
É sol 
Sal que falta 
Que falta à mesa...
...Tudo há de faltar
Das rodas às estribeiras 
Tudo há de faltar 
Até mesmo o ar 
Tudo há de ser som 
Sem som 
Sem sal 
Se o sol nos faltar.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Frases Ex-trañas de um Ex-traño

Minha Alma está qual uma gema de ovo.

Mais um poemeto Ex-traño

O corpo 
Em outro corpo
Navegando no desejo
Espalhado nessa cama 
[mar de intenções]
No colchão de amar.

Adeus, Hopper


Mais um dos meus heróis deixa esse pequeno planeta azul. Com certeza os dias serão mais tristes. Descanse em paz... Dennis Hopper. 

Poemeto de segunda

A fumaça
O trago
A dor
Doença sem cura
O trago 
A dose amarga 
Inconsciência...
Esperando e desesperando  o amanhã.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Poema ex-traño de um poeta em risco.

Finda em mim 
o desejo
o verbo. 
eu 
Você
o viver.
Abro um sorriso 
à manhã 
que não mais verei...
no quarto o silêncio
entre gotas de vermelho 
o adeus.

Poemeto

Tudo em mim é sonho...
Em meio aos desencantos dessa jornada.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Poemeto

Ao tempo em que tudo é desencanto
O relógio nos apressa...
A vida se torna um fardo
É o fato. 
Eu - de pouco trato - vou saindo. 
Indo por aí...ali no subsolo.

sábado, 15 de maio de 2010

Poemeto metafísico


                                         
                                    Existem vários caminhos para
                                                    não irmos a lugar nenhum
                                                                          Eis tudo...enfim.


                         

Quem ama tem um coração brega...hehehehe.

06 - Empregada.mp3

Poemeto

Mar adentro ( deserto ao contrário)
Busco o meu amor perdido. 

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Poemeto

Língua...letra 
Tanta tetra
Branca ou preta.
Busco a fuga...
Idade é ruga
Mulher é igual 
Ao sinal de exclamação
Diferente interrogação.
Passado ou presente
A mulher sabe que sente 
Na língua...na letra.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Cara, eu gostei muito...


Caros leitores, esse é um trabalho do artista Mario Mello Lopes Junior, muito bom por sinal. Tortuosas Linhas Retas sempre com o melhor das artes.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Meu herói predileto em um filme que espero seja ao menos legal

(Des)aforismos do kastrowiski



 Um pássaro na mão pode render uma advertência do IBAMA. 
A política no Brasil é algo que definitivamente cheira mal. 
Aonde nós iremos eu não sei; mas certamente já sei onde paramos. 
Siga os teus sonhos, na padaria só compro pão. 
Um país que tem um cidadão (?)como Sarney pode esquecer de ser um país sério. 
Faça assim: tudo diferente do que você gostaria...quem sabe não dê certo.

Poemeto de segunda

Pensa em tudo 
No teu canto mudo 
Desse ofício 
No gesto, sacrifício 
De viver todo dia 
Quando a tristeza se torna alegria 
E a morte rondando
Aonde quer que vás andando.
Pensa em tudo
No que é teu mundo
Uma porta sempre fechada
A ponte que não tem estrada...
Pensa em tudo
Pensa em tudo 
Pensa 
Não tem a recompensa
Pois tudo para você é nada
Desesperando até o fim da jornada 
Para encontrar, suspenso, o nada.

Essa nem ele viu...eu sim!


                               
Uma homenagem ao Mestre do Universo: Laert Sarrumor.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Poemeto

O cansaço...
A falta
O abraço que não veio
A dor que não passa...
Essa vida que não é minha
Nem é tua
Desaparecendo nesses dias cinzas.
Já não sei de mais nada...
Sendo que nunca soube
De mim ou de ti alguma coisa.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

A arte como forma de liberdade

Não tenho nada a não ser um sentimento de liberdade em relação ao mundo em que sobrevivo. Essa condição eu encontro na arte...seja ela em forma de poesia, nos desenhos que faço nas horas silenciosas e nas letras que alguns parceiros dão vida. A arte me propicia essa liberdade e o consequente distanciamento de certas barbaridades. Não fosse a arte há muito já teria desistido de tudo e talvez estivesse em meu subsolo, sem jamais olhar para o alto.
Bendita seja a arte...que aprisona ao momento que liberta.

Uma imagem...um mistério

Teaser da Marvel para uma revelação na história  do herói aracnídeo.
O quê será quem vem nessas teias?

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Poemeto de segunda

nada é o que parece
e toda ilusão desaparece 
diante dessa realidade...
na verdade tudo é disparidade 
quando não é desencanto
tornando - eterno - o riso em pranto.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Poemeto para um dia de chuva...

Na varanda da casa cinza...o dia cai em gotas. 
Os pássaros não estão cantando...
Tal qual esse espectador 
Devem está a apreciar o espetáculo.

(Des)aforismos do kastrowiski

O mal de tudo é o bem que te fazem!

Fragmento...

Escrever é se libertar, talvez seja morrer...dependendo da avaliação pode ser uma prova que se está vivo. Mas no fundo, creio, o ato de escrever nos torna mais humanos, sensíveis humanos. Nessa maravilhosa condição que é poder escrever...faça da escrita de Lou Salomé as "minhas palavras" contidas no fragmento do poema Oração à Vida: Se a felicidade já não tens para me dar, pois bem!,ainda tens a tua dor...
Belissímo e comovente decreto de humanidade contido nesse fragmento. Percebes a razão do escrever?

Relespublica... banda bacana

Manuel Bandeira para descontrair...

Poema Tirado de uma Notícia de Jornal

João Gostoso era carregador de feira livre e morava no morro da Babilônia num barracão sem número
Uma noite ele chegou no bar Vinte de Novembro
Bebeu
Cantou
Dançou
Depois se atirou na lagoa Rodrigo de Freitas e morreu afogado.